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09 de Fevereiro de 2018
Pezão promete levar 2 mil policiais para as ruas do RJ a partir desta quinta e nega que irá acabar com UPPs
Estado pagará, a partir de hoje, R$ 22 milhões ao Regime Adicional de Serviço (RAS) e Programa Estadual de Integração de Segurança (Proeis). Regime de metas será retomado nos batalhões da Polícia Militar e também nas delegacias.
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om o pagamento de Regime Adicional de Serviço (RAS) e Programa Estadual de Integração de Segurança (Proeis), será possível ter mais 2 mil policiais militares por dia nas ruas do Rio. A a afirmação foi feita pelo governador Luiz Fernando Pezão durante entrevista no início da tarde desta quinta-feira ((8). Ele também negou que irá acabar com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

Pezão disse que poderá voltar a pagar R$ 76 milhões em atrasados a partir de feveiro, em 4 parcelas, com recursos próprios, graças ao aumento de 11,5% arrecadação. Com isso, retomará o programa de metas em batalhões e delegacias.

Pezão disse torcer para que essas medidas diminuam os índices de violência no estado. Ele afirmou que, sem as parcerias, isso não será possível. Ele cita o apoio da Polícia Rodoviária Federal, com apreensões de armamentos.

Ele afirmou, ainda, que nos primeiros 15 dias de março deve colocar em dia o 13º salário de 2017. Até 16 de fevereiro, todo o funcionalismo público estará com os salários quitados.

"Serão quase R$ 200 milhões para a segurança. Fizemos a recuperação e hoje temos dinheiro para assumir que vai pagar", comentou o governador, lembrando que haverá um total de 17 mil policiais nas ruas durante o carnaval.

A Secretaria de Segurança também comprará mil carros novos – desse total, 200 serão blindados.

Ainda de acordo com o governador, as baías de Angra, Sepetiba e Paraty terão patrulhamento especial das forças federais de segurança para combater tráfico internacional de drogas.

Pezão comentou sobre a atual situação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Ele negou que o programa esteja em decadência e negou que irá encerrá-lo.

“Eu não acho que a UPP fracassou. Pode ser redimensionado. Pode ter sofrido um abalo, como toda a área de segurança está sofrendo no Brasil inteiro. Aqui, três facções mais milícias disputam territórios conflagrados. Não é fácil”, avaliou Pezão.

O governador afirmou que torce para que essas medidas diminuam os índices de violência no estado. Ele afirma que sem as parcerias isso não será possível. Ele cita o apoio da Polícia Rodoviária Federal, com apreensões de armamentos.


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